terça-feira, 22 de novembro de 2011
sinto o cheiro a medo, a fragilidade. hoje sonhei com morte e guerra. daqueles sonhos que fazem querer acordar no instante em que começam. ultimamente parece que me perseguem, entram e ficam a vaguear na minha mente durante horas perturbando-me a tranquilidade e a paz que outrora criei. neste sonho vi desilusão e receio nos rostos alheios que não me diziam nada, nos rostos desconhecidos com estruturas estranhas e mal feitas que me faziam recear só de olhar. quando olhei para o horizonte vi sangue, muito sangue, então virei as costas para não olhar para o destino cruel e sombrio que aquelas pobres "criaturas" tiveram tomado. era um sonho sem esperança, sem amor, sem vida. tudo o que havia era raiva reprimida que deu origem a uma revolução que terminou na pior maneira possível. talvez isto queira dizer alguma coisa, talvez o meu subconsciente me esteja a tentar dizer para não guardar tudo o que ouço porque um dia posso não aguentar e acabar por dizer algo que não quero a inocentes. talvez seja isso mesmo, ou talvez seja algo completamente diferente