quarta-feira, 16 de novembro de 2011

"o que é que vês em mim, que os outros não vêem?"

em ti deveria ver sentimentos, emoções, saudades, confianças, esperanças, sonhos e sorrisos... como uma pessoa normal que se mostra a toda a gente, forte e segura. mas não vejo isso em ti, vejo mais mil e umas coisas porque estou perto de ti. sinto as tuas emoções e tudo o que passa pelo teu coração como se fossem minhas. sinto tristeza e solidão, felicidade e amizade, a minha e a tua. juntas, como se fossemos um só. e só deus sabe como é bom ter-te para partilhar tais características que poucos vêm e eu, eu tenho a sorte de sentir. o teu amor. a tua confiança. a tua dedicação. a tua palavra. coisas que os outros não vêem, pois são alheios à tua verdadeira existência, ao teu verdadeiro eu. o que vêem são apenas aparências. aparências que tantas vezes enganam e substimam, quer de físico quer de psicológico. muitas vezes o que dás a conhecer não é nem um bocadinho do mundo de onde vives, e julgam-te por isso sem ter direito, sem conhecer a história da tua vida. é injusto, mas é o mundo. toda a gente faz isso. e é por isto tudo e por muito mais que a pergunta deveria ser "o que eu não vejo em ti?" porque a resposta a isso seria duas palavras únicas e simples, mas com muita história por detrás: tudo e nada
texto feito para: sara s